Exercícios respiratórios: dispneia e ansiedade - Ajudando um membro da família

Anonim

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Exercícios respiratórios: dispneia e ansiedade

Uma característica peculiar dos indivíduos que sofrem de doenças respiratórias crônicas é o círculo vicioso que surge entre a fome no ar (dispnéia) e a agitação (ansiedade). A dispnéia pode ser aguda ou crônica.

O conselho dado é destinado à dispnéia crônica, ou seja, para uma situação já conhecida. A dispnéia aguda requer intervenção médica imediata, pois pode ser um sinal de doença grave. Tendo assumido a premissa necessária de que o paciente com distúrbios respiratórios não deve viver em um ambiente com fumaça ou poeira, o principal objetivo é promover a respiração correta (eupnéia).

A pessoa dispnóica respira muito melhor em uma posição sentada ou semi-sentada, uma atitude que é assumida quase de forma independente pelo paciente. De qualquer forma, é importante saber que qualquer tentativa de fazer a pessoa se deitar para ajudá-la a relaxar é contraproducente. Para tomar a posição mais confortável, você pode usar travesseiros ou, se tiver uma cama articulada, organizar o paciente da maneira mais apropriada.

O segundo passo é a respiração controlada, que visa melhorar a respiração e a energia e, consequentemente, o controle da ansiedade.

Existem diferentes técnicas de respiração: respiração de meio lábio, respiração diafragmática e respiração de costelas.

A respiração parcial dos lábios consiste em inspirar pelo nariz e expirar lentamente e até manter os lábios entreabertos. Esta técnica é particularmente usada em pacientes que sofrem de asma.

A respiração diafragmática, que nem sempre é fácil de realizar, ocorre ao explorar o uso do músculo diafragmático (músculo em forma de domo que separa o peito da barriga) e fazer com que a barriga realize movimentos rítmicos: a barriga incha durante a inspiração e é esvaziado com a expiração com lábios abertos. Para ser eficaz, esse exercício deve ser realizado por um minuto, seguido de dois minutos de descanso, quatro vezes por dia, durante cerca de dez minutos por sessão.

A respiração das costelas é realizada colocando as mãos no peito, exatamente acima das costelas, nos quadris, depois você respira, percebendo a dilatação torácica com as mãos e expira sentindo as mãos retornarem. Os atos respiratórios devem ser realizados lentamente.

Existem também muitas posições (posturas) que facilitam a respiração; seu principal objetivo é aliviar o peso do abdômen, promovendo a ventilação dos pulmões inferiores.

Os exercícios respiratórios devem ser realizados diariamente, talvez recorrendo às lições de um fisioterapeuta por um curto período inicial.

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