Meios de contenção - Assistência a um membro da família

Anonim

Ajudando um membro da família

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Meios de contenção

Contenção é o conjunto de todos os meios físicos, farmacológicos e até ambientais que limitam a capacidade de um indivíduo se mover livremente. A contenção deve ser considerada um ato de saúde; portanto, é necessária uma consulta médica e sua prescrição para decidir as estratégias terapêuticas.

A motivação que leva à prescrição da restrição deve, sem dúvida, ser o interesse do indivíduo e nunca as necessidades pessoais daqueles que o ajudam.

A lei estabelece que, com base em cada tratamento, exista o consentimento informado da parte interessada: isso significa que você não pode administrar uma droga ou vincular uma pessoa sem ter conhecimento prévio dela. Claramente, quando você decide fazer uma restrição, a vontade da pessoa é perdida (demência, agitação psicomotora) e, portanto, é essencial avaliar cuidadosamente a situação com o médico. A contenção farmacológica utiliza substâncias capazes de diminuir o estado de agitação e confusão, enquanto a contenção física utiliza vários auxílios para limitar os movimentos. Os principais medicamentos utilizados para o tratamento da agitação são benzodiazepínicos e neurolépticos. A restrição física faz uso de grades de cama, correias de retenção, suspensórios, punhos, cinto de segurança e mesas de carrinho de bebê.

Como qualquer tipo de terapia, a restrição física também pode produzir efeitos colaterais importantes: lesão nervosa, lesão isquêmica, asfixia; portanto, antes de prosseguir, é necessária uma avaliação cuidadosa que também leve em consideração o alto impacto psicológico que a restrição física exerce sobre o paciente.

Quando forçado a usar restrições, é necessário:

  • aplique os auxílios da maneira indicada pelo fabricante;
  • sempre monitore o assunto e não o deixe sozinho;
  • após cerca de duas horas, solte o membro para que o paciente possa se mover.

As alternativas à restrição incluem algumas mudanças no ambiente, no leito e nos comportamentos do cuidador.

As mudanças ambientais também levam em consideração a iluminação, pisos, portas.

A unidade do paciente (cama e mesa de cabeceira) também deve ser adequadamente modificada. A cama deve ter estofamento nas laterais, o chão deve ser coberto com material acolchoado ou colchões para proteger o paciente de cair. Se o risco de quedas for particularmente alto, você pode colocar um colchão diretamente no chão ou, alternativamente, uma cama de alguns centímetros de altura; esse arranjo deve ser implementado apenas à noite e não para cuidados higiênicos; além disso, se o sujeito estiver em risco de decúbito, é preferível descartar essa possibilidade. Os trilhos laterais não são recomendados, pois aumentam o risco de trauma.

A postura sentada pode ser usada para oferecer uma restrição que não inclua cadarços e punhos: uma cadeira ou poltrona com assento profundo impede que o paciente se levante. Almofadas altas e largas oferecem segurança em caso de queda da cadeira. Sempre que possível, entretenha os idosos com atividades criativas: exercícios físicos, atividades individuais. Se a casa permitir, é uma boa prática deixar os idosos passearem livremente. Limitar restrições deve ser uma meta prioritária a ser sempre perseguida.

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